A observação da importância e entendimento das novidades do eSocial na visão dos Pequenos e Médios Empresários de comércio e serviço em uma microrregião do Recife-PE.





A observação da importância e entendimento das novidades do eSocial na visão dos Pequenos e Médios Empresários de comércio e serviço em uma microrregião do Recife-PE.




Aluno(s): Jonas Arcelino de Macedo
Turma: 8 Período Noite





Recife
2019

SUMÁRIO





1 – INTRODUÇÃO. Página 03

2 – REFERENCIAL TEÓRICO. Página 04

3 – METODOLOGIA. Página 9

4 – DESENVOLVIMENTO. Página 9

5 – CONCLUSÃO. Página 12

6 – REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA e APÊNDICES OU ANEXOS. Página 16

























1 – INTRODUÇÃO

Objetivo desse trabalho é desenvolver junto com os empresários o melhor entendimento do sistema e-Social, essa amplitude de conhecimento será feita para ter o resultado de que fazendo juntos podemos entender juntos. O e-Social tem como objetivo o lado fiscal e organizacional junto ao governo sobre as informações dos empregados e colaboradores que trabalham na entidade, alguns dos empresários e empregadores estão com uma grande dificuldade de entender a razão e objetivo desse sistema, muitos veem o aparelho e-Social como algo negativo e burocrático, outros já até entenderam visto que alguns exemplos de modernização das informações da empresa ajudam a desburocratizar como o cartão do CNPJ na internet, o acesso rápido a Receita Federal e a PGFN, os documentos em PDF que pode ser tirado a qualquer hora na Junta Comercial, o sistema das Notas Fiscais de Serviço facilitado pelos Sites de algumas Prefeituras e etc. Assim o objetivo tem como quebrar todo esse paradigma em relação ao entendimento torto do sistema e-Social e para isso precisamos fazer juntos aos empresários essa busca do conhecimento sobre o novo aparelho de controle e gestão sobre os colaboradores.
Outro Objetivo é buscar dados que amplifique em documento o conhecimento dos empresários sobre o e-Social, podemos com esses dados visualizar o campo em outras unidades na região ou nacionalmente, fazendo valer o macro-entendimento das pessoas comuns que abrem suas micros, me e epp sem ter o conhecimento profundo de certos assuntos, muitos deles têm uma boa abordagem sobre o que desenvolve como exemplo um pedreiro que abre sua MEI para ampliar mais serviços de obras de edificações, aos poucos o mesmo pode fazer alguns cursos para melhorar os seus serviços além disso emprega mais um pedreiro para lhe ajudar no projeto da empresa, porém o seu entendimento contábil e sobre o setor pessoal é quase zero e faz questão de entender, assim chama um contador para fazer todo esse processo, se houver algum documento que demonstre os dados tanto para esse empresário e tanto para o contador sobre o espelho de outros empresários, os mesmos terão uma facilitação de entender a si mesmos e saber passar os detalhes burocráticos das exigências do sistema e-Social, como mais um exemplo, vamos dizer que o pedreiro empresário leia que 90% dos empregadores entendem que é importante o sistema e o contador leia que 45% dos empregados esperam entender melhor sistema junto a contabilidade, os mesmos vão procurar conversar e achar a melhor forma de fazer o e-Social. Assim esse objetivo de fazer um mapa sobre esses dados faz ampliar o conhecimento e assim demonstrar com mais facilidade o sistema e-social.
A importância de falar do e-Social gera a urgência de melhorar todo controle gerencial dos dados e documentos dos empregados para a melhor eficiência do trabalho que a empresa exerce, é tipo uma injeção de parâmetros para que no futuro a falta do mesmo não atrapalhe, a tecnologia será ampliada e atingirá todos os ramos da humanidade, se ficarmos parados e achando que o sistema atual (GFIP) está alinhado, quando dermos conta o processo está arcaico e sem valor fiscal e econômico. O governo pode diminuir as negatividades que geram sobre as informações na aplicação do e-Social? Pode! Mas para isso é preciso fazer algo cooperativo e amigável com todos, pois a justificativa disso é a grande importância que pode gerar futuramente sobre esses dados alinhados a um sistema amplo e organizado que será feita em uma plataforma digital.

2 – REFERENCIAL TEÓRICO

O eSocial
O eSocial foi instituído pelo Decreto nº 8.737, de 11 de dezembro de 2014. Seu principal elemento é aplicar um sistema para coletar informações dos tralhadores assim controlando os dados da previdência e de outros tributos envolvidos nos mesmos. Porém para gerar toda essa abordagem e pensando nos princípios tecnológicos do seculo XIX, seu plano de ambientação de armazenagem será em uma área virtual que possivelmente ira ficar disponível nacionalmente para aqueles que criaram permissões para entrarem e ficarem acompanhando os dados de maneira tempestiva e competente, casos assim acontecem com o eCAC Receita Federal, o CNPJ virtual, o CPF virtual e agora recentemente nas juntas comerciais que disponibilizam os documentos em pdf fazendo o usurário despreocupar em guarda ou procurar cartórios, disponibilizando um código de conferência que aplica veracidade no documento em questão.
O caso desse sistema não se pode confundir em uma nova obrigação tributária, se trata de uma nova forma de cumprir os processos de envio dos dados trabalhistas, tributárias e previdenciárias existentes, assim a legislação não está sendo alterada, só estão criando uma forma única e mais simples de expressá-las. Portando eSocial dar mais efetividade nos direitos fundamentais trabalhistas e previdenciários, simplifica o cumprimento de obrigações previstas na legislação, aprimorando a qualidade das informações, eliminando a redundância e tratando diferentemente as Grandes Empresas e SA dos Micro Empreendedores Individuais, das Micro Empresas e das Empresas de Pequeno Porte, fortalecendo a justiça entre elas.
A grande questão ainda é o “como será o envio destas?” pela causa de que os antigos meios com a GFIP (Guia de Recolhimento do FGTS e de Informações à Previdência Social) entre outras declarações relacionadas, em sua grande parte será substituída por estás através e pela forma com cada órgão ou entidade participante, então foi aplicado a obrigação nas empresas acharem a melhor maneira através dos seus sistemas particulares ou alugados de terceiros, pois devido ser quase tempestivo e com muitos participantes envolvidos, alguns órgãos e entidades entenderam que a melhor formula seria essa, obrigar cada um acharem o caminho só disponibilizando só códigos que serão usados para os paramentos do sistema, criando assim uma corrida de atualização e busca de melhoramento para enviar as declarações, documentos e termos relativos às relações de trabalho.




Você precisa Correr, pois a Obrigações é de Todos
A obrigação é quase urgente, muitos iram pensar que esse remédio é ruim, mas vamos ter que lembrar que é um santo remédio em nossa sociedade, pois os avanços tecnológicos vieram além do objetivo de ajudar, os princípios são mais profundos, as pessoas se tonaram parte desse sistema, o arcaico é pensar que não faz parte disso, existe uma carga de funções no eSocial como ser uma plataforma de “rede social” do trabalhador, acreditando assim que depois dessas aplicações o cidadão ira se torna mais livre para vê suas escolhas virtuais, o que conquistou e o que pode produzir futuramente.
Então para ter esse objetivo atingido a obrigação fica para aquele que contratar prestadores de serviços pessoa física e possa alguma obrigação trabalhista, previdência e tributaria. Uma relação entre a pessoa jurídica e as pessoas físicas, trabalhador figurando nos termos definidos pelo Art. 2º da CLT, como contribuinte, conforme a Lei nº 5.172 de 1966 (Código Tributário Nacional). A relação também pode se estender entre empresa para empresa, inclusive órgãos públicos, ou de pessoa física equiparada a empresa, conforme prevê o art. 15 da Lei nº 8.212 de 1991.
Além daquelas que existe movimentação social de empregados e empresas objetivadas no desenvolvimento colaborativo de uma entidade em crescimento e enriquecimento, existem aquelas que estão paradas ou sem movimento, para criar mais confiabilidade na informação geral que ira ser feito pelo eSocial, essas deveram também ser obrigadas com os envios de suas informações. Não se pode vê como um castigo essas obrigações para as mesmas, pois muitos esquecem que a qualidade financeira e a busca de profissionais de princípios econômicos e administrativos como contadores e economistas também fazem parte pessoal e de melhoria de vida pessoal e profissional, porém há de se entender que não temos uma nação rica ou boa financeiramente, fica a questão de que: Será que o problema educacional e estrutural culturalmente de deixar essas questões de lado fazem a nação brasileira criar esse declínio não lógico que transmite o mal olhar dos equipamentos e estruturas que temos para regular nosso balanço patrimonial pessoal e colegial?
O que fica é o detalhe de passar responsabilidade para essas pessoas, antes delas entrarem no ramo profissional e jurídico, elas precisam saber dos direitos e deveres que tem, a causa desse trabalho tem esse princípio, de passar para as pessoas essa importância que envolve diretamente no ramo contábil.
As que estão obrigadas a fazer esse envio de dados são as pessoas físicas que antes tinham-se como autônoma, o MEI (micro empreendedor individual) sem empregados colocando em evidencia não possuir obrigações trabalhistas, previdenciárias ou tributárias e os fundos de investimentos, os quais não são revestidos de personalidade jurídica e, portanto, não podem contratar.




As Novas Relações dos Dados depois do eSocial
A Caixa Econômica Federal do Brasil vem desde 1991 criando cada vez mais uma unificação dos cadastros, da transparência e sistema para o processo de mostragem e recolhimento do FGTS, em 2001 a CEF criou um processo WEB buscando o que em 2019 ainda estamos buscando, foi criado assim o Portal Eletrônico de Relacionamento desenvolvido em plataforma web.
Em meados de 2015 para o início de 2016 a Caixa Econômica Federal criou o aplicativo que o próprio trabalhador tem acesso ao seu FGTS, o processo parece ser simples como qualquer outro aplicativo de rede social ou cadastro, porém é necessário o número do NIS (PIS/PASEP), assim fazendo uma senha pessoal, dentro do sistema é preciso também colocar o número de telefone e assim acompanhar as alterações dos dados por SMS (Short Message Service), porém para algumas empresas o ambiente de trabalho ficou desbalanceado, mas é de concorda que é justo, onde aprimorou mais a consciência dos colaboradores, e para aquelas empresas que cumprem tudo em dia o processo foi de aproximação e mais empolgação dos trabalhadores para o crescimento da entidade.
Em fim, se coloca em xeque as empresas desajustadas fazendo nivelar a justiça do empenho, acreditando assim que é necessário depois dessa evolução o processo de diminuição de valores e impostos e tributos pelo fato da eficiência fiscal e tributaria do mesmo, pois antes era defendido o aumento devido ao não controle e ate desonestidade das entidades, porém cada vez mais o processo é vê a ascensão dos que tem em mente o bom controle e a boa valorização da contabilidade e da administração.
O eSocial vem para ser mais um dessas ferramentas que o aparelho econômico nacional precisa, não é para ver com maus olhos esse contexto que nos obriga a se atualizar, mas sim como uma ferramenta que acabará com as burocracias que incham o aparelho trazendo mais malefícios do que benefícios. A torcida da população de vê tudo no âmbito virtual é enorme, além disso é preciso facilitá-los, não a geração delas, mas a observação, pois até o próprio CPC 00 no “Objetivo do Relatório Contábil-Financeiro de propósito geral” demonstra que as questões de controle, registro e fabricação de relatórios tem o objetivo de amostrar para quem tem interesse, então é preciso entender que não é ruim para os contabilistas e contadores a democratização dessas demonstrações, ao contrário, eles precisaram mais de nós não só na vida jurídica, mas também na vida pessoal, o eSocial exigirá de todos, pois nenhum detalhe pode está errado ou diferente dos registros, mostrando para toda a sociedade que o contador nessas horas é necessário tão quanto um médico.








Tipos de Enquadramento para o eSocial
ME
ME são as siglas para Micro Empresa, ela consiste em um Enquadramento sobre o faturamento para haver controle tributário e sobre os dados entre o estado e as empresas. O faturamento hoje perante a esse trabalho especifica o valor de R$ 360.000,00 (trezentos e sessenta mil reais) ano, sendo igual ou inferior a esses valores. Esse enquadramento facilita para analise de fiscalização, bancos e até para a própria entidade na questão de seu controle. Para o eSocial essa estrutura não haverá diferenças, pois o que define o processo é o regime que tributação que o ME pode se vincular, como estar no Simples Nacional, no Lucro Presumido e no Lucro Real, são esses os dados que serão importantes no eSocial, porém haverá de colocar o porte da empresa lá nos dados também, pois isso será algo importante para o cadastro e para futuras questões de observação e inclinação de obrigações estruturais perante os dados dos empregados.


EPP
Como o ME, o EPP é a subtração das siglas para Empresa de Pequeno Porte, além dessa comparação tem o princípio de enquadramento e controle sobre o faturamento só que agora o valor fica aumentado perante o ano chegando ao valor de R$ 4.800.000,00 (quatro milhões e oito centos mil reais) seguindo os valores proposto em lei que rege esse ano que está sendo executado esse trabalho. Esse enquadramento também tem o valor de controle perante a relação do estado para a empresa, gerando informações de fiscalização, abertura de dados para os bancos, controle próprio da empresa e na relação de tributação com os vinculos perante ao Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real. Na questão de informação e cadastro deverá a empresa colocar o porte no eSocial, assim conforme todas essas observações já vista anteriormente, futuramente no eSocial pode ser importante também.


Empresa Normal
As empresas que ultrapassam o valor de R$ 4.800.000,00 (quatro milhões e oito centos mil reais) e desenquadram assim do EPP se tornam empresas normais, porém não podem mais se vincular ao Simples Nacional, só restando o Lucro Presumido e o Lucro Real. Para o eSocial essas empresas já estão sendo obrigadas a fazer todo os detalhamentos dos dados de seus funcionários e das guias geradas por esse sistema, pelo fato de que essas empresas não sendo mais pequeno porte há grandes responsabilidades sociais, industriais, tributarias e estruturais perante um grande número de brasileiros ligados direta e indiretamente. Por isso o controle delas estão sempre revisadas por um grupo de contadores e auditores, toda questão de estrutura inicial para quem sabe se elevarem a empresas de Sociedade Anonima, tudo isso leva sempre a querer sempre mais delas e não é por fato brusco que exige desde de já os números, dados e declarações que rege o eSocial.


O MEI
Ferramenta criada no Brasil para os trabalhadores informais, os famosos autônomos, colocando essa faixa de colaboradores brasileiros na legalidade e, principalmente, promovendo a formalização. Buscando a permanência dos mesmos foi colocado para eles uma baixa carga tributaria, reduzida e simplificada ao ponto de pagar os tributos e contribuir com a própria previdência social.
Microempreendedor individual foi referido ao artigo 966 do código civil brasileiro. Foi aplicado tal princípio de empresa buscando a atualização de uma maneira mais abrangente seguindo os caminhos da internet, muitas empresas virtuais que trabalham com blogs ou vendas avulsas em sites tipo “mercado livre” ou “olx” precisam da formalidade para emitir notas e facilitar as vendas, foi buscando abraçar essas pessoas que o MEI foi inventado. Assim introduzido com a lei complementar 128/08 e inserido na lei geral da micro e pequena empresa (lei complementar 123/06), o MEI possibilitou a formalização por conta própria de muitos ramos que estavam anos sem base estrutural jurídica e legal para trabalhar, a questão de abranger as inovações da internet acabou aliviando setores como costureiras, salgadeiras, quitandeiros, quiosqueiros, açougueiros, verdureiros, mecânicos e muitos outros. Mas para isso a pessoa não deve ser sócio de outras empresas, limitar seu faturamento conforme o ano em vigor (por exemplo, em 2019 passou para R$ 81.000,00), pode ter só um empregado colocando a condição de salario mínimo ou salario base da categoria, cumprir as exigências do sistema de tributação simples nacional e não deixar de pagar as guias que esse ano de 2019 está com o valor de R$ 45,65 (5% do salário mínimo vigente).
Em 2010 foi aprimorado virtualmente a abertura e declarações para empresa MEI, facilitando ainda mais a formalidade e arrecadação. Com essa nova tecnologia via web os problemas burocráticos quase sumiram, em poucas horas você consegue fazer uma alteração de endereço ou da atividade, fora a facilidade de declarar. Em 2014 o Brasil chegou a ter 4 milhoes de MEIs, mas devido há toda falicidade e o não procurar o contador para tais feituras, foi relatada uma grande preocupação sobre essa precarização. O sistema tem o principio de formaliza, porem muitos podem usar o recurso para burlar as leis trabalhistas e tributarias. Um de muitos acontecimentos foi o CFC (Conselho Federal de Contabilidade) aceitar a atividade de contabilista no mei, em troca o contador não poderia cobrar para fazer a abertura e as declarações para uma pessoa que usa MEI, foi entendível o objetivo dessa ação do CFC, pois muitos estavam preocupados com andar das coisas devido à facilidade e democratização contábeis que o MEI se demonstra, porém nada disso ajudou os contadores, pois infelizmente nossa sociedade precisa entender que o contador é necessário sendo facil ou não, muitos estão com dividas enormes com a falta de pagamento das guias DASMEI, muitos não sabem o que fazer para fechar o MEI, o CFC já tirou essa obrigatoriedade, mas também não existe mais contabilistas no MEI, fica a pergunta: Diante desse vai e vem de certezas e incertezas, decisões e reações, quem fez seu MEI com atividades que hoje não são permitidas vai arcar com atrapalho do governo? Aqueles que deixaram os seus MEIs a revelia estão cientes do problema que estão gerando para si? Respostas que só um contador pode responder e até ajudar, mas é preciso ensinar a importância da contabilidade no berço. A falta de educação no Brasil ainda atrapalha nossos empresários, ou ex empresários que poderiam estar melhores se não fosse a desinformação.


3 – METODOLOGIA

“Encontro entre duas pessoas, a fim de que uma delas obtenha informações a respeito de um determinado assunto” (Marconi & Lakatos, 1999, p. 94).
A entrevista tem uma grande importância, pois com ela o trabalho pode provocar uma técnica de coleta de dados subjetivos e objetivos.
Vamos usar uma pesquisa Semiestruturada para seguirmos um roteiro previamente estabelecido, porém estendendo a liberdade para desenvolver algumas direções para ampliar a questão.
Os empresários serão confrontados pela entrevista, não vão precisar saber analiticamente o assunto, basta ter um entendimento sintético sobre o eSocial, porém vamos escolher empregadores com o mínimo de 10 empregados em sua empresa para o processo ter um recolhimento de dados com mais amplidão e buscando a objetividade dentro de um processo subjetivo e microanalise diante de um campo nacional e bem maior que podemos fazer diante do processo que temos para trabalhar e entrevistar. Vai ser usado um contado diante do escritório que abriu as portas para esse trabalho, lá existem mais de 50 empresários, desses empregadores 20 tem 10 ou mais empregados, assim podemos maximizar o assunto para quem sabe ampliar isso para outras categorias e regiões do estado de Pernambuco ou do país.



4 – DESENVOLVIMENTO

Vamos a entrevista
1. Como empresário e entendendo que desde de 2001 as empresas junto aos seus contadores trabalham com o sistema implantado pelo governo para gerar as informações dos colaboradores e empregados como sistema para gerar as Guias pelo GFIP (Guia de Recolhimento do FGTS e de Informações à Previdência Social). Sabendo disso perguntamos o seu entendimento geral sobre esse sistema de declaração que são gerados mensalmente para entregar os dados dos empregados e assim gerar as guias de FGTS e INSS, o que você entende sobre isso?
a) Nunca fui de entender e saber sobre a questão da GFIP ou de outros dados dos empregados da empresa, sempre deixo essa questão para o contador.
b) Sei um pouco e entendo que as guias de FGTS e INSS são feitas pelas informações que são geradas pela GFIP, mas, mesmo assim, quando tenho dúvidas eu busco o contador para solucionar essas questões.
c) Entendo que todo sistema de declaração e de informação é enviada pela GFIP – SEFIP e que mesmo mandando esses dados é preciso o contador ter essas informações em modo físico ou estruturado em um sistema particular, pois virtualmente não existem muitos detalhes dos meus empregados.
d) Sei de todos os detalhes sobre a GFIP e estou entendo que o eSocial vai ampliar mais esse detalhamento de dados dos meus empregados.


2. Esse antigo sistema GFIP, colocado em 2001 em vigor, lhe dá facilidades ou problemas para entender o controle dos dados e informações do setor pessoal?
a) Não sei se houve problemas ou facilidades, pois a minha empresa foi constituída nesse período e não posso comparar com as questões antes de 2001.
b) Mesmo que a minha empresa foi constituída entre 2001 a 2019, entendo que há facilidades, pois se existe tecnologia e internet para fazer tais declarações então é bem mais fácil e rápido fazer o envio desses dados.
c) Minha empresa é nova, mas vejo que há problemas, pois precisamos guardar todas as informações dos nossos empregados devido ao fato que a GFIP não satisfaz tudo que queremos de ter como dados e controles sobre datas, férias, rescisões e etc.
d) Minha empresa já está constituída a muito tempo, vejo que melhorou, porém ainda há problemas, pois ainda precisamos guardar todas as informações dos nossos empregados devido ao fato que a GFIP não satisfaz tudo que queremos de ter como dados e controles sobre datas, férias, rescisões e etc.
e) Minha empresa sendo nova ou antiga, não vejo facilidades, só problemas, pois o governo não deveria ficar exigindo tais informações, acho que as empresas deveriam ter sua autonomia e mais liberdade perante os empregados, assim declarações como GFIP ou eSocial não deveriam ser obrigatórias.


3. Desde 2014 está sendo implantado um novo sistema para recolher os dados e assim gerar as Guias e outros documentos do Setor Pessoal, é o sistema eSocial, mais complexo do que a GFIP, pois guardará mais detalhes sobre as informações de cada funcionário que a empresa tiver. Em um analise geral, o que você acha sobre o eSocial?


a) Não me preocupe entender o eSocial, gosto de deixar essas questões para o contador.
b) Sei que será exigido pelo governo o envio do eSocial, vejo problemas, pois nem todos os funcionários estão preparados e com os dados atualizados para tanta exigência.
c) Acho uma ótima maneira de controlar essas informações dos nossos empregados e da nossa empresa, o eSocial veio para melhorar o sistema.
d) Creio que o eSocial é algo ruim para as empresas, não precisa de tanto controle, fora as multas que estão por vim se algo falharmos em algum dado dos funcionários.


4. O eSocial, para você, vai lhe dá facilidades ou problemas para entender o controle dos dados e informações do setor pessoal?
a) Para mim haverá mais problemas do que facilidades.
b) Acho que continuará a mesma coisa de antes.
c) Sinto que haverá mais facilidades, mesmo que seja mais complicado o sistema.
d) Entendo que o eSocial está muito burocrático, precisamos diminuir essa burocracia para gerar mais facilidades.
e) Entendo que o processo é burocrático, mas é preciso, pois futuramente haverá facilidades perante isso.


5. Para finalizar o eSocial, para você, é importante?
a) Não é importante.
b) Mesmo que seja importante, não acho favorável para as empresas, pois elas precisam lucrar e não ser atrapalhadas.
c) É importante, mas poderia ser em outro momento aplicação desse sistema.
d) Não é importante, mas o sistema anterior poderia continuar para assim não existir essa obrigação de fazer o eSocial.
e) É muito importante.
















5 – CONCLUSÃO

Resultados da pesquisa:
Todas as 20 empresas que pesquisei tem em média 14 funcionários, 15 delas são de serviços e 5 de comércio, dessas 15 de serviços 7 são escolas, as outras 6 restantes são serviços variáveis com 2 em laboratório, 3 em pousada e 1 de manutenção de ar-condicionado, as 5 de comércio vária entre 2 venda de papelaria, 2 venda material de limpeza e 1 venda de produtos gráficos. Tentei ter a melhor margem, porém devido a ter mais empresas de serviços e o fechamento maior na área de comércio, além do alto número de rescisões entre 2017 há 2019, ficou limitado essa maior participação de busca de melhores respostas no ir em campo fazer todo esse processo, porém todos relataram que estão respondendo em pensamento a amigos e colegas da área que executam, além de pais e clientes que tem esse mesmo princípio de conversa sobre questões politicas e sociais, além das preocupações dessas novidades como o eSocial. Vamos as respostas.


Empresas de Serviços
15 (Quinze) Empresas;


1) Questão
5 responderam a letra A (33%)
7 responderam a letra B (47%)
2 responderam a letra C (13%)
1 responderam a letra D(7%)
Nessa primeira questão podemos analisar que as empresas de serviços buscam saber sobre os detalhamentos das declarações do setor pessoal, mesmo não sabendo, mas cria sim uma curiosidade sobre o assunto.


2) Questão
2 responderam a letra A (13%)
4 responderam a letra B (27%)
3 responderam a letra C (20%)
5 responderam a letra D (33%)
1 responderam a letra E (7%)
Na segunda questão fica evidente o equilíbrio e incertezas se essas declarações já antigas sobre as informações dos empregados ajudaram ou não, mas ficou no sentido lógico que todos sabem a importância que foi fazer essas declarações.


3) Questão
3 responderam a letra A (20%)
10 responderam a letra B (66%)
1 responderam a letra C (7%)
1 responderam a letra D (7%)
Ficou muito claro que quase todos estão preocupados com o eSocial devido a vê os empregados não estão preparados para tal processo, muitos trabalhadores faltam documentos e respostas para pendências que o eSocial exige sobre o preenchimento desses dados como questão sobre casamento e conclusões antigas sobre o ensino médio, onde algumas escolas privadas já não existe mais.


4) Questão
2 responderam a letra A (13%)
1 responderam a letra B (7%)
2 responderam a letra C (13%)
6 responderam a letra D (40%)
4 responderam a letra E (27%)
Nessa quarta ficou relatado duas respostas sobre a preocupação da burocracia do eSocial, ainda refletida nos dados dos empregados, porém alguns, não são a maioria, entende que vai ser importante, falta mais divulgação positiva do governo para mostrar para todos que o eSocial será melhor para a população.


5) Questão
1 responderam a letra A (7%)
4 responderam a letra B (27%)
6 responderam a letra C (40%)
2 responderam a letra D (13%)
2 responderam a letra E (13%)
No fim fica descrito que alguns preferem que não seja aplicado agora, devido a busca de melhorias internas ou querer mais tempo para o mesmo, mas concluem sempre que mesmo não querendo o eSocial o processo tem que evoluir.


Empresas de Comércio
5 (Cinco) Empresas;


1) Questão
2 responderam a letra A (40%)
1 responderam a letra B (20%)
2 responderam a letra C (40%)
0 responderam a letra D(0%)
Na primeira questão a evidencia se mostra que alguns não tem interesse em saber para aqueles que procuram a saber, fica muito claro que quem não quer saber nem se preocupa, sua preocupação é sua empresa, mas aqueles que ainda consegue ter tempo sempre querem saber mais detalhes sobre o assunto eSocial, folha de pagamento e etc, pois esses que gostam de ficar por dentro do assunto entende que assim pode gerar mais lucro.


2) Questão
0 responderam a letra A (0%)
0 responderam a letra B (0%)
1 responderam a letra C (20%)
1 responderam a letra D (20%)
3 responderam a letra E (60%)
No Comércio percebemos que existem gestores e empregadores, mesmo entendo do assunto, vê de forma negativa a aplicação do eSocial ou de outras plataformas antigas como a GFIP, mesmo não sabendo absolutamente nada o princípio é o mesmo de negar o processo da entrada desse ou de outro sistema.


3) Questão
1 responderam a letra A (20%)
0 responderam a letra B (0%)
0 responderam a letra C (0%)
4 responderam a letra D (80%)
Eles mesmos relatam que seus amigos comerciantes têm o mesmo pensamento, o processo é negar, alguns ainda admite que será importante, mas o que eles querem é mais folga sobre o impostos, pouca burocracia e mais agilidade para vender, a crise também atrapalha um pouco essas observações e a admiração ao presidente que está eleito diante da data desse trabalho, ajuda a ter sempre uma repulsa sobre tudo que é funcionário e impostos, até os próprios empregados vão junto com esse princípio, pois entende e vê as dificuldades de alguns empresários.


4) Questão
4 responderam a letra A (80%)
0 responderam a letra B (0%)
0 responderam a letra C (0%)
1 responderam a letra D (20%)
0 responderam a letra E (0%)
Nessa quarta questão continua o mesmo princípio de negação e de não vê vantagens sobre o assunto, mesmo entendo o eSocial, mas a visão negativa é maior que o entendimento.


5) Questão
3 responderam a letra A (60%)
1 responderam a letra B (20%)
0 responderam a letra C (0%)
1 responderam a letra D (20%)
0 responderam a letra E (0%)
Fica evidente todo processo de negação ao eSocial, mas também querem os seus contadores entendam tudo sobre o sistema, mesmo sendo desfavorável a aplicação eles não querem levar multas e nem ter problemas com isso, no fim todos relatam que trabalham, investem, não vê retorno e infelizmente tem que cumprir com o processo obrigatório do governo.








6 – REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA e APÊNDICES OU ANEXOS


Manual de Orientaçao Do eSocial Versão 2.5 Novembro 2018 (29/11/2018 – DOU de 30/11/2018) (republicado em 03/12/2018) , pagina 6, 7

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